sábado, 22 de abril de 2006 | Diversos | Comentar
“Nós somos o que comemos!” Quem já não ouviu esse famoso ditado e, até que ponto isso é verdade? A importância de se alimentar bem está hoje em todos os meios de comunicação, desde os cadernos dos jornais voltados para o cotidiano das grandes cidades até nas telas do cinema. Quem nunca assistiu atenciosamente as dicas de uma nutricionista, num desses programas matinais dedicados à Dona de casa, sobre como combater ou evitar os males da vida moderna, como colesterol alto, hipertensão, diabetes, osteoporose, dentre outros?
A importância da ciência da nutrição durante todo o ciclo da vida é óbvia. Precisamos nos alimentar para sobreviver. Uma coisa é certa, de pequeno que se formam nosso paladar e hábitos alimentares. Além disso, é na infância que a boa nutrição se torna indispensável para um crescimento e um desenvolvimento adequados. Sabendo disso as escolas, junto com os pais, buscam soluções para melhorar a qualidade da alimentação de suas crianças, além de incluir em suas grades curriculares a educação nutricional visando estabelecer bons hábitos alimentares, na esperança de que estes permaneçam na adolescência e na idade adulta.
Portanto, hoje é possível encontrar, dentro das grandes escolas, lanchonetes vendendo frutas, sanduíches naturais, sucos com ingredientes funcionais ao invés da famosa dupla de coxinha com refrigerante.
O ser humano, assim como todos os seres vivos, precisa de nutrientes em quantidade e, principalmente, qualidade adequadas para ter todas as suas necessidades energéticas atendidas. Mas, consumir além das necessidades, ou mesmo em quantidade ideal para supri-las não significa que o indivíduo esteja bem nutrido, pois diversos fatores podem interferir no aproveitamento dos nutrientes pelo organismo.
Pode-se então deduzir que não devemos considerar o que se come, sendo necessário avaliar criteriosamente o valor nutricional de um regime alimentar e dos alimentos que o compõem. É preciso conhecer as interferências entre os diferentes componentes da alimentação, o funcionamento do sistema digestório, a eficiência do processo de absorção e aproveitamento dos nutrientes pelos tecidos que compões nosso corpo. Talvez a veracidade daquele ditado popular por mim questionado no começo deste artigo esteja aqui.
Sendo assim, como devemos selecionar os alimentos que precisamos ingerir para obter uma alimentação saudável? Essa seleção não deve se basear somente nos tipos de alimentos, mas também na quantidade necessária para suprir nosso organismo de todos os nutrientes que ele precisa para funcionar adequadamente. Para isso, algumas regras foram traçadas a fim de auxiliar a população a fazer escolhas alimentares apropriadas.
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Mayalu Dantes Nutricionista CRN: 18961/P
Jeferson Corrêa Porto é professor de Educação Física graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – RS, Mestrando em Atividade Física e Saúde pela Universidad Católica “Nuestra Señora de la Asunción” – UC, Especialista em Fisiologia das Atividades Motoras em Academias – ginástica, musculação e hidroginástica pela FUNGLAF/AL, Especialista em Bases Fisiológicas e Metodológicas da Atividade Física Personalizada – Personal Training pela FUNGLAF/AL, Especialista em Fisiologia do Exercício pela UVA/RJ.
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