sábado, 07 de fevereiro de 2009
Por Thiago Romero
Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Suplementos não ajudam a combater problemas nas articulações do joelho
Estudo foi feito na Universidade de Utah, nos EUA.
Pesquisa saiu na revista “Arthritis and Rheumatism”.
terça-feira, 22 de maio de 2007
Nos Estados Unidos, a FDA (agência norte-americana que regulamenta a produção de medicamentos e alimentos) alerta aos consumidores que não usem a substância. Conhecida por sua ação como acelerador de queima de calorias, a efedrina é vendida em lojas de suplemento alimentar, em academias de ginástica e pela internet –se bobear, até na clínica do acupunturista.
Segundo estudo divulgado pela Associação Médica Americana no início deste ano, a efedrina provocou a morte de cinco pessoas, outras cinco tiveram problemas cardíacos, 11 sofreram acidente vascular e quatro consumidores tiveram ataques de epilepsia. No esporte, seu uso é considerado doping.
terça-feira, 24 de abril de 2007
Todos os dias, milhares de pessoas – atletas ou não – procuram lojas especializadas em suplementos alimentares na busca de produtos que possam melhorar suas performances e a estética, motivados pela propaganda, indicações de treinadores e comerciantes do ramo. Para estes consumidores, pouco importa que os suplementos ainda sejam alvos de divergências científicas sobre sua eficácia. Esses produtos se tornaram “febre” entre os jovens que querem acumular músculos rapidamente. Poucos conhecem, entretanto, os prejuízos que essas substâncias podem causar à saúde.
São vários os suplementos alimentares ofertados para quem está malhando. Quase todos são liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas é necessário o acompanhamento de um nutricionista. Além das dúvidas sobre sua eficácia, não há garantia de que eles não tenham efeitos colaterais adversos à saúde. O que todos já sabem é que o consumo excessivo pode acarretar em problemas gastrintestinais, neurológicos e renais, entre outros.
sexta-feira, 16 de março de 2007
Especialistas da Universidade de Copenhagen analisaram 815 testes clínicos sobre os benefícios das vitaminas A, E, C, betacaroteno e selênio – todos muito usados em suplementos – e publicaram um estudo no Journal of the American Medical Association, no qual afirmam que ingerir esses elementos nutritivos essenciais aumentam o risco de morte.
Foram selecionados 68 testes, cuja metodologia tinha maior probabilidade de produzir um quadro preciso dos benefícios desses nutrientes. Em seguida, os resultados foram unificados em um estudo de larga escala.
Jeferson Corrêa Porto é professor de Educação Física graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – RS, Mestrando em Atividade Física e Saúde pela Universidad Católica “Nuestra Señora de la Asunción” – UC, Especialista em Fisiologia das Atividades Motoras em Academias – ginástica, musculação e hidroginástica pela FUNGLAF/AL, Especialista em Bases Fisiológicas e Metodológicas da Atividade Física Personalizada – Personal Training pela FUNGLAF/AL, Especialista em Fisiologia do Exercício pela UVA/RJ.
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