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Fisiologia

Exagero na atividade física pode causar estresse

sexta-feira, 02 de novembro de 2007

As atividades físicas ajudam a diminuir a ansiedade e a descarregar as tensões do dia-a-dia. Mas, se a sua prática for excessiva, o efeito pode ser contrário. O excesso de esforço leva à liberação prolongada de hormônios do estresse na corrente sanguínea, o que pode causar redução das defesas imunológicas, fraturas de estresse e cansaço.

Por isso, praticantes de exercícios físicos e atletas profissionais devem tomar certos cuidados, como dormir bem, hidratar-se e ter uma alimentação balanceada.

O estresse induzido pela atividade física coloca os sistemas fisiológicos em prontidão

sexta-feira, 02 de novembro de 2007

Quando se realiza uma atividade física qualquer, vários sistemas fisiológicos atuam sinergisticamente de maneira a manter todas as funções vitais e, ainda, realizar a atividade em questão. Esse entrosamento entre os vários sistemas fisiológicos permite que o sistema cardiovascular garanta quantidades adequadas de nutrientes e oxigênio para os músculos em funcionamento, enquanto que o sistema neuro-endócrino, regula o consumo de nutrientes e a produção de combustíveis para todos os tecidos do organismo.

Sob essa óptica fisiológica, o exercício físico pode ser considerado como um agente de “estresse” porque a atividade física tira o organismo de uma situação de “equilíbrio de repouso” e o coloca em cheque. Se formos olhar mais para trás, nos primórdios da evolução do ser humano (e de muitos outros animais), esse estado de prontidão para ativar sistemas que permitam a atividade física de modo rápido e eficiente tem a ver com a ativação do sistema de fuga-ou-luta (sistema nervoso simpático).

Algumas recomendações para ajudar a prevenir lesões por esportes

quarta-feira, 02 de agosto de 2006

PESQUISA

Um levantamento realizado em países latino-americanos avaliou o conhecimento a respeito de dor e inchaço entre homens e mulheres que sofreram lesões durante a prática de algum tipo de esporte nos últimos três meses. A pesquisa, patrocinada pelo laboratório Merck Sharp & Dohme, envolveu 450 entrevistados nos seguintes países: Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, México, Peru e Venezuela. As entrevistas foram realizadas em shopping centers com homens e mulheres acima de 18 anos de idade e ficou constatado que 42% estavam praticando futebol no momento da lesão. A atividade física requer cuidados, independentemente se é feita por atletas profissionais ou por amadores.

Os Segredos da Ciência do Esporte

quinta-feira, 04 de maio de 2006

Não foram só os equipamentos, vestimentas e acessórios do mundo da prática dos exercícios que evoluíram nos últimos anos. Embora seja do conhecimento de poucos, uma informação ainda restrita a grupos de cientistas envolvidos com o desenvolvimento de pesquisas laboratoriais, a genética com foco na fisiologia do exercício, tem desvendado questões que em breve irão revolucionar a ciência do esporte.

Uma sala de musculação com equipamentos controlados por uma rede neural acoplada a uma central, atletas correndo em esteiras com sistemas de absorção de impacto e eletrocardiograma com sinal sonoro beat-by-beat, tênis com chip modulador de pisada e roupas com tecidos especiais que absorvem o suor e facilitam a dissipação do calor.

Resposta Esquelética no Exercício

quinta-feira, 20 de abril de 2006

O tecido ósseo é um sistema vivo e dinâmico que se adapta às cargas mecânicas impostas pelo exercício. As forças mecânicas regulam tanto a estrutura óssea como o tamanho em combinação com os fatores genéticos, nutricional e bioquímico. Em comparação com outros sistemas, tais como o vascular e o muscular, a adaptação óssea ao exercício é mais lenta e os ganhos de tamanho e resistência são menores. Como resultado, a adaptação óssea é mais difícil de mensurar.

Os benefícios do exercício para o tecido ósseo são, hoje, largamente aceitos, sendo o exercício recomendado na prevenção da osteoporose.

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Lançamento do livro: LongeVIDAde - Atividade Física e Envelhecimento

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Sobre o autor

Jeferson Corrêa Porto é professor de Educação Física graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – RS, Mestrando em Atividade Física e Saúde pela Universidad Católica “Nuestra Señora de la Asunción” – UC, Especialista em Fisiologia das Atividades Motoras em Academias – ginástica, musculação e hidroginástica pela FUNGLAF/AL, Especialista em Bases Fisiológicas e Metodológicas da Atividade Física Personalizada – Personal Training pela FUNGLAF/AL, Especialista em Fisiologia do Exercício pela UVA/RJ.

  • Membro do Laboratório de Cineantropometria, Atividade Física e Promoção da Saúde (LACAPS – UFAL – Campus Arapiraca-AL);
  • Membro Pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas Sócio-Jurídicas (GEPSOJUR - UFAL);
  • Membro da Sociedade Brasileira de Personal Training (SBPT);
  • Membro da International Federation of Body Building and Fitness (IFBB);
  • Membro da National Academy of Sports Medicine (NASM);
  • Membro do Colégio Brasileiro de Atividade Física, Saúde e Esporte (COBRASE);
  • Membro da International World Games Association.

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