Investigadores contestam utilização do IMC

Publicado em 22/05/2007, Diversos, Não há comentários

O índice de massa corporal (IMC) pode não o método mais indicado para a avaliação da composição do corpo. A conclusão é de um grupo de investigadores da Universidade Estatal de Michigan, que fez os cálculos a mais de 400 universitários – atletas e não-atletas. Na maioria dos casos, asseguram, os resultados não reflectem a percentagem de massa gorda e fornecem dados que podem ser ambíguos.

O Índice de Massa Gorda (medida dada pela divisão do peso pelo quadrado da altura), está associada a uma classificação que abrange o normal (20-25), o excesso de peso (25-30) e obesidade (acima de 30). Durante muito tempo considerou-se que a um maior IMC corresponde um maior risco cardiovascular. Mas os peritos na matéria começam a contestar a sua aplicação.

O problema é que o mesmo critério é aplicado a todos, explica Joshua Ode, do Departamento de Cinética da Universidade Saginaw Valley, seja um atleta ou um homem de 75 anos. Segundo este investigador, o problema reside no facto de o IMC não distinguir entre massa gorda e massa muscular. Muitos atletas apresentam de facto IMC elevados porque uma maior percentagem do seu corpo é músculo. O IMC não é eficaz para saber se alguém tem ou não excesso de gordura no corpo, acrescenta Jim Pivarnik, um académico da mesma universidade.

Direitos Autorais
www.educacaofisica.com.br

Nenhum conteúdo relacionado encontrado.

Deixe um comentário

Buscar

Categorias

Newsletter

Email:

Anúncios

  • Projeto do Clube Desportivo Flamengo Alagoano
  • LACAPS
  • SBPT - Sociedade Brasileira de Personal Trainers

Fotos

DSC00215DSC00233DSC00287DSC00235DSC00241DSC00292
Veja as fotos