A origem do Tênis a partir de Jeu de Paume

Publicado em 19/04/2005, Diversos, Não há comentários

A origem do Tênis a partir de Jeu de Paume

Há muitas teorias para o surgimento do tênis, mas há um consenso de que a França estabeleceu as bases reais do jogo com o surgimento do “jeu de paume” (jogo da palma), no final do século XII e início do XIII.

No tênis primitivo as raquetes não eram empregadas. Os jogadores usavam as mãos nuas e depois optaram por usar luvas. No século XIV, já havia jogadores que usavam um utensílio de madeira em forma de pá, conhecido como “battoir” e que mais tarde recebeu um cabo e também as cordas trançadas. Era o nascimento da raquete, uma invenção italiana.

Com o tempo, o tênis deixou de ser jogado com a bola contra o muro, passando a ser praticado em um retângulo dividido ao meio por uma corda. Surgiu, assim, o “longue-paume”, que permitia a participação de até seis jogadores de cada lado. Mais tarde apareceu o “court-paume”, jogo similar, disputado em recinto fechado, mas de técnica mais complexa e exigindo uma superfície menor para sua prática.

Muitos reis da França tinham no “jeu de paume” sua principal diversão, chegando a ponto de o rei Luís XI decretar “que a bola de tênis teria uma fabricação específica: com um couro especialmente escolhido, contendo chumaço de lã comprimida, proibindo o enchimento com areia, giz, cal, cinza, terra ou qualquer espécie de musgo”. Para se ter uma idéia do crescimento do esporte na França, o rei Luís XII (1498 a 1515) pediu a um francês de nome Guy Forbert para codificar as primeiras regras e regulamentos e fez construir em Órleans, cidade onde tinha o seu palácio, nada menos que 40 quadras.
Em plena “Guerra dos Cem Anos”, o rei Carlos V condenou o “jeu de paume”, declarando que “todo jogo que não contribua para o ofício das armas será eliminado”. Com tal proibição, lembrando que o jogo era praticado até aos domingos, pode-se deduzir que o novo esporte alcançou uma grande popularidade na França.
Com a Revolução Francesa, as Guerras Napoleônicas, o esporte praticamente desapareceu junto com a destruição das quadras. No século XIX, um jogador J. Edmond Barre, que se sagrou campeão da França em 1829 e conservou o título por 33 anos, até 1862.

O Lawn Tennis

O Major Walter Clopton Wingfield é apontado como o criador do tênis por alguns autores ingleses, mas 1858, na cidade de Birmingham, ou mais propriamente no distrito de Edgbaston, o português João Batista Pereira jogou uma partida de lawn tennis – ou algo similar ao jogo, sobre a grama com o Major T. H. Gemm, acontecimento esse que deu origem à evolução da nova modalidade de esporte – o lawn tennis.
Na “História do Tênis”, de Lance Tingay, ressalta-se que o lawn tennis, tal como o criquet, o futebol e o golfe, não tem propriamente inventor, é uma questão mais de evolução do que invenção. A Enciclopédia Espanhola tem uma gravura, mostrando a Rainha Vitória dando o “saque inicial” de uma partida de tênis no Parque de Wimbledon, em uma cerimônia presenciada por milhares de pessoas, banda de música, altos dignatários, chefes de exércitos e o mais curioso de tudo: a data de 1860, muito antes da “invenção ” do Major Wingfield em 1873 e da inauguração do Torneio de Wimbledon, dezessete anos mais tarde, em 1877 (veja mais sobre Wimbledon em “Grand Slam”).
O que Wingfield fez foi patentear em 1874 um “kit” de madeira, tendo um manuscrito com o regulamento e detalhes do jogo, quatro raquetes, a rede e as bolas. Ele vendia essa caixa por cinco guinéus. Para aceitar as idéias de Wingfield foi convocada uma reunião pública em Londres, que em 25 de maio de 1875, aprovaram o novo código do lawn tennis, inclusive a tão discutida pontuação em fração de 15 pontos.

O Tênis no Brasil

tenis01.jpgO poderio econômico britânico no século XIX ganhou o mundo e, certamente, ajudou a difundir o tênis, inclusive no Brasil, onde chegou pelas mãos dos técnicos da Light and Power (energia elétrica) e da São Paulo Railway (estradas de ferro), que iniciaram o processo de urbanização dos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro.

No Brasil, esse registro tem lugar em Niterói, Rio de Janeiro, em 1888. Além dos diplomatas, os pioneiros eram representantes de firmas de navegação e engenheiros que vieram construir nossas ferrovias.

O primeiro clube brasileiro que começou a prática foi Club Blitz de Ciclismo, fundado no dia 15 de outubro de 1898, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Já em São Paulo, as primeiras quadras de tênis foram construídas em 1892, no São Paulo Athletic Club, fundado pelos ingleses. Mas o esporte no país só era praticado como lazer e convívio social.

Os primeiros torneios só aconteceram em 1904. Foi um interclubes envolvendo o São Paulo, o Tennis Club de Santos e o Paulistano.

Os torneios “nacionais” eram jogados entre os Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, já que o acesso de tenistas de outros estados só era possível através de via fluvial. Em 1913, três tenistas brasileiros promoveriam o primeiro campeonato estadual. Depois de cinco consecutivas conquistas dos ingleses, o Brasil teve seu primeiro campeão do Estado de São Paulo: Maercio Munhoz, do Paulistano, que em 1930 fundaria a Sociedade Harmonia de Tênis.
Nos últimos anos da década de 20, o jogador Nélson Cruz era o principal destaque. Neste período, os clubes Germânia (Pinheiros), Paulistano, São Paulo Athletic, Tietê e Espéria fundaram, em 1924, a Federação Paulista de Tênis, sendo que na década de 30 já tinha um número recorde de 23 clubes filiados.

Cruz com Ricardo Pernambucano foram os primeiros brasileiros a participar da Copa Davis, que surgiu em 1900. A estréia aconteceu em 1932. Depois se destacou Alcides Procópio, que se tornou o primeiro brasileiro a participar do torneio de Wimbledon, na Inglaterra, em 1938. Ele também ganhou o primeiro título oficial de campeão brasileiro de simples, em 1943, derrotando seu principal rival na época, Maneco Fernandes, do Paulistano.
No Rio de Janeiro, no começo do século, em 1902, foi fundado o Clube Fluminense e, em 1916, nasceu o Country Club do Rio de Janeiro, que teve como expoentes Ronald Barnes e Jorge Paulo Lemman.
Até o ano de 1955, o tênis brasileiro era membro, juntamente com o futebol, basquete, vôlei, esgrima, vela etc, da Confederação Brasileira de Desporto (CBD), sendo o futebol o carro-chefe da entidade. O futebol recebia parte do leão e as migalhas eram distribuídas aos demais esportes. No campeonato Infanto-juvenil de Santos, em 1955, teve início o movimento de emancipação, que aconteceu com a fundação da Confederação Brasileira de Tênis no dia 19 de novembro de 1955. O “Diário Oficial” publicou no dia 8 de março de 1956 o Decreto de Nº 38.759 do presidente Juscelino Kubitschek sobre a criação da nova entidade. O primeiro presidente foi Leoberto Leal.
Nessa metade de século, surge uma terceira força no tênis brasileiro junto com os paulistas e cariocas: os gaúchos.

Pelos paulistas, nasceu a maior estrela do tênis brasileiro e mundial: Maria Esther Bueno, desfilando nas quadras do mundo a graça e a beleza do seu jogo. Nascida em São Paulo, no dia 11 de outubro de 1939, Estherzinha foi tricampeã em Wimbledon (59, 60, e 64) e tetracampeã no US Open (59, 63, 64 e 66). Foi número um do mundo em 59, 60, 64 e 66. Simplesmente tem um total de 589 títulos internacionais na carreira.
O sul dava o maior tenista de nossa história até o surgimento de Gustavo Kuerten. Canhoto, Thomaz Koch, nasceu no dia 11 de maio de 1945, filho de uma família de esportistas. Em 1963, foi considerado o melhor tenista de 18 anos do mundo, quando alcançou a semifinal de Forest Hills, o atual US Open. Juntamente com Édson Mandarino, formou uma das melhores duplas do mundo, que no ano de 1966 chegou a seu ápice.
Nos anos 70, o tênis brasileiro ainda vivia com o brilho de Koch, mas surgia no cenário mundial Carlos Alberto Kirmayr, que participou da equipe brasileira da Davis por mais de dez anos. Esteve entre os 50 melhores tenistas do mundo, chegando ao 31º lugar do ranking da ATP no começo dos anos 80. Koch chegou a ser 24º colocado no final dos anos 60.
No feminino, a baiana Patrícia Medrado foi nossa melhor tenista com a aposentadoria precoce de Estherzinha, já que no início de 70 ela deixou as quadras devido a uma tendinite no cotovelo.

No masculino, já no final da década de 80, o paulista Luiz Mattar foi o principal destaque. Junto com Cássio Motta, Fernando Roese e, depois, Jaime Oncins, formaram uma das equipes brasileiras mais fortes da Copa Davis, chegando à semifinal do grupo mundial em 92. Já no feminino, a gaúcha Niége Dias foi a última a colocar o tênis brasileiro feminino no cenário mundial, já que chegou a estar entre as 30 melhores do mundo.

Em 1996, o tênis brasileiro começou um novo capítulo com o catarinense Gustavo Kuerten. O até então juvenil, alto e desengonçado, subia rapidamente no ranking mundial e surpreendeu o mundo quando levantou a taça de Roland Garros em 1997.

No ano seguinte, sentiu a pressão e não chegou a repetir suas performances. Mas em 1999, mais maduro, voltou a subir e, em 2000, levantou pela segunda vez o título de Roland Garros. Com todo esse talento e sucesso, alguns críticos ainda insistiam no fato de que faltava ao brasileiro convencer nos pisos rápidos, já que não tinha nenhum título. Em Indianápolis, ele faturou o primeiro título nesta quadra e, para calar de vez a boca de seus críticos, no final de 2000, conquistou o título do Masters de Lisboa, ganhando no carpete dos norte-americanos Pete Sampras e Andre Agassi. No masculino, Guga está escrevendo um capítulo cheio de glórias.

O Tênis do Brasil nas Olimpíadas

O Brasil em Seul – 1988
O Brasil em Seul – 1988

O tênis voltou a ser um esporte olímpico a partir da Olimpíada de Seul, em 1988. A última medalha de ouro olímpica havia sido colocada no peito do norte-americano Vincent Richards, nos longínquos Jogos de 1924, em Paris (Como amador, o tênis esteve em Atenas/1896, Paris/1900, 1904/St.Louis,

1908/Londres, 1912/Estocolmo, Antuérpia/1920, Paris/1924, como esporte-demonstração participou do México/68 e Los Angeles/1984).
Para o Brasil, que não esperava mais do que uma boa participação, as primeiras Olimpíadas não foram uma decepção. Luiz Mattar, designado como cabeça 16, caiu na primeira rodada, mas fez um jogo incrível contra o australiano Wally Masur, perdendo por 3 a 2, em mais de três horas de jogo. A bela paranaense Gisele Míró derrotou na estréia a canadense Helen Kelesi, 25a do mundo, mas perdeu na segunda rodada para a experiente búlgara Katerina Maleeva. Nas duplas, Mattar e Ricardo Acioly venceram a parceria japonesa na estréia mas caíram na segunda rodada diante dos franceses Henri Leconte e Guy Forget.

O Brasil em Barcelona – 1992
O Brasil em Barcelona – 1992

Em Barcelona, o Brasil teve Luiz Mattar, Jaime Oncins, Andrea Vieira e Cláudia Chabalgoity como representantes. Jaiminho vivia um grande momento. E não decepcionou. Dos demais, contudo, não se pode dizer o mesmo.

O Brasil em Atlanta – 1996
O Brasil em Atlanta – 1996

Em Atlanta, Fernando Meligeni deu a grande arrancada em sua carreira. Lutou muito com Bruguera para disputar ouro, mas perdeu e, na disputa pelo bronze com o indiano Leander Paes, também não conseguiu. Mas fez história, tornando-se o melhor brasileiro em Jogos Olímpicos.

O Brasil em Sydney – 2000
O Brasil em Sydney – 2000

Após chegar ao topo do mundo, Guga foi como um dos favoritos em Sydney. Apesar da grande expectativa, o brasileiro não resistiu às quartas-de-final contra o russo Yevgeny Kafelnikov, que ficaria com a medalha de ouro do torneio. No feminino, as campeões pan-americanas Joana Cortez e Vanessa Menga fizeram a melhor participação brasileira nos jogos de duplas, alcançando a segunda rodada. Já a dupla masculina, formada por Guga e Jaime Oncins não deu sorte e caiu na estréia diante dos campeões canadenses.

Simples masculino

Primeira rodada

Wally Masur (Aut) 6/4 6/4 4/6 6/7 6/4 Luiz Mattar

Simples feminino

Primeira rodada

Gisele Míro 7/5 7/5 Helen Kelesi (Can)

Segunda rodada

Katerina Maleeva (Bul) 7/5 6/1 Gisele Miró

Duplas masculino

Primeira rodada

Luiz Mattar/Ricardo Acioly 4/6 6/4 6/2 6/2 S.Matsuoka/T.Tsuchuhashi

Segunda rodada

Henri Leconte/Guy Forget 4/6 7/5 6/4 6/1 Mattar/Acioly

Simples feminino

Primeira rodada

Manuela Maleeva (Sui) 6/2 6/3 Andrea Vieira

Simples masculino

Primeira rodada

Jaime Oncins 7/6 4/6 6/1 4/6 6/1 Srdjan Muscatirovic (Iug)

Paul Haarhuis (Hol) 4/6 6/3 6/2 6/2 Luiz Mattar

Segunda rodada

Jaime Oncins 6/2 3/6 6/3 6/3 Michael Chang (EUA)

Oitavas-de-final

Jaime Oncins 7/6 6/0 7/6 Mark Koevermans (Hol)

Quartas-de-final

Andrei Cherkasov (CEI) 6/1 6/4 6/7 4/6 6/2 Jaime Oncins

Duplas masculino

Primeira rodada

Sergio Casal/Emilio Sanchez (Esp) 6/3 3/6 6/7 6/3 6/1 Mattar/Oncins

Duplas feminino

Primeira rodada

Nicole Provis/Raquel McKillan (Aut) 6/2 6/1 Vieira/Cláudia Chabalgoity

Simples masculino

Primeira rodada

Fernando Meligeni 6/4 6/2 Stefano Pescosolido (Ita)

Segunda rodada

Fernando Meligeni 7/6 (5) 6/4 Alberto Costa (Esp/6)

Oitavas-de-final

Fernando Meligeni 7/6 (7) 4/6 8/6 Mark Philippoussis (Aut)

Quartas-de-final

Fernando Meligeni 6/7 (5) 7/5 6/3 Andrei Olhovskiy (Rus)

Semifinais

Sergi Bruguera (Esp) 7/6 (9) 6/2 Fernando Meligeni

Play-off (Bronze) Leander Paes 3/6 6/2 6/4

Duplas feminino

Olga Barabanschikova/Natasha Zvereva (Biel) 6/2 6/3 Vanessa Menga/ Míriam D’Agostini (Bra)
Simples masculino

Primeira rodada

Gustavo Kuerten 6/1 6/1 Christophe Pognon (Benin)

Segunda rodada

Gustavo Kuerten 6/4 6/4 Rainer Schuttler (Ale)

Oitavas-de-final

Gustavo Kuerten 7/6 (2) 6/3 Ivan Ljubicic (Croácia)

Quartas-de-final

Yevgeny Kafelnikov (Rus) 6/4 7/5 Gustavo Kuerten
Duplas masculino

Primeira rodada

Daniel Nestor / Sebastien Lareau (Can) 6/1 6/4 Gustavo Kuerten/Jaime Oncins
Duplas feminino

Primeira rodada

Joana Cortez/Vanessa Menga 6/4 6/2 Na Li e Ting Li (China)

Segunda rodada

Petra Mandula /Katalin Masori-Aracama (Hungria) 6/2 6/3 Joana Cortez/Vanessa Menga

Curiosidades

A CBT FOI FUNDADA EM 1955

A Confederação Brasileira de Tênis foi fundada no dia 19 de novembro de 1955. O “Diário Oficial” publicou no dia 8 de março de 1956 o Decreto de Nº 38.759 do presidente Juscelino Kubitschek sobre a criação da nova entidade. Até essa data ela pertencia à Confederação Brasileira de Desportos (CBD), onde o futebol era o esporte preferido.

Desde então, ela teve os seguintes presidentes:

9 de junho é o dia do tenista

Coisas do Orange Bow

O Orange Bowl pode ser chamado de o quinto Grand Slam juvenil. Mas nem por isso deixa de ter algumas falhas de estrutura, como por exemplo os pegadores de bola e juízes que só aparecem nos jogos finais.

Um ponto duvidoso pode ter um resultado inesperado. Em 82, o gaúcho Fernando Roese (foto) disputava a semifinal contra um francês na categoria 16 anos. Num desses lances, o juiz deu bola boa a favor de Roese, que fecharia o primeiro set. Acontece que a delegação francesa protestou. Na dúvida, o regulamento do Orange estabelece sorteio por moeda para a decisão do ponto! Roese perdeu.

O INVENTOR DO TIE-BREAK

James Van Alen, o homem que mudou a história do tênis

Desde as primeiras regras de tênis, criadas em 1800, o esporte não sofreu uma mudança tão grande como a introdução do tie-break, que nasceu praticamente junto com a profissionalização do tênis, em 1970. O inventor da nova contagem era um simpático velhinho, tão apaixonado pelo esporte que também criou o Hall of Fame, em 1954. James Van Alen batizou o tie-break a princípio de VASSS – Van Alen Streamlined Score System -, que queria dizer Sistema Van Alen de Contagem em Linha. Ou seja, a contagem se utilizava da sequência normal: um, dois, três…
O VASSS nunca foi visto com bons olhos, mas colocou seu nome nos livros de história. Logo uma versão modificada de seu tie-break foi adotada pelo tênis profissional, que prevalece até hoje e foi adotada também na Copa Davis, em 1989.

” Deuce”
Quando em uma partida de tênis a contagem está empatada em 40 a 40 usamos o termo inglês “deuce” ( que muitos tenistas brasileiros pronunciam “juss” ou mesmo “justo”); é muito provável que “deuce” venha do vocábulo francês “a deux”. (extraído do livro “Tênis, a catarse moderna”, de Edmundo Giffoni)
Recordistas de títulos em Roland Garros:

FEMININO

  • 7 – Chris Evert (EUA)
  • 6 – Steffi Graf (Ale)
  • 5 – Margaret Court (Aus)
  • 4 – Helen Moody (EUA)
  • 3 – Hilde Sperling (Ale)
  • 3 – Monica Seles (EUA)
  • 3 – Aratxa Sanchez (Esp)

MASCULINO

  • 6 – Bjorn Borg (Sue)
  • 4 – Henri Cochet (Fra)
  • 3 – René Lacoste (Fra)
  • 3 – Mats Wilander (Sue)
  • 3 – Ivan Lendl (Tch)
  • 3 – Gustavo Kuerten (Bra)

Jimmy Connors é …

Bi-Campeão de Wimbledon – 74 e 82

Penta-Campeão no US Open – 74, 76, 78, 82 e 83

Campeão na Austrália – 74

Connors acumulou 109 vitórias ao longo de sua carreira.

O ranking feminino foi criado em 1975.
As melhores desde então:

Steffi Graf (Ale): 377 semanas; Martina Navratilova (EUA): 331 semanas; Chris Evert (EUA): 262 semanas; Monica Seles (EUA), 178 semanas; Martina Hingis (Sui), 80 semanas; Tracy Austin (EUA), 24 semanas; e Aratxa Sanchez-Vicario (Esp) e Lidsay Davenport, com 12 semanas cada.
O primeiro grande torneio de tênis aconteceu no subúrbio de Londres, Wimbledon, em 1877.
O Clube se chamava All England Croquet and Lawn Tennis. O vencedor foi Spencer Gore.
O tênis no Brasil foi introduzido por desportistas ingleses em Niterói, no Rio de janeiro, no ano de 1888.
Dwight Davis foi o criador da Copa Davis. Ele e Holcombe Ward derrotaram os poderosos ingleses no ano de 1900, quando da sua primeira edição, em Boston.

A França se tornou a nova força da Copa Davis a partir de 1927 e era composta pelos lendários tenistas Cochet, Lacoste, Borotta e Burgnon, que venceram a disputa por seis anos consecutivos, sendo cinco contra os EUA.

O tcheco naturalizado norte-americano, Ivan Lendl, é o tenista que mais tempo permaneceu no topo do ranking da ATP. Ao todo. Lendl ficou 270 semanas como o primeiro do mundo. Por pouco, Jimmy Connors não é o dono da marca, já que ficou 268, duas semanas a menos. Em terceiro lugar, aparece Pete Sampras, com 253 semanas. Sampras é o único dos cinco que está em atividade. John McEnroe ficou 170 semanas e está na quarta colocação e Bjorn Borg é o quinto com 109.
A primeira tenista negra a vencer no circuito internacional foi a norte-americana Althea Gibson. Ela faturou o torneio de simples de Roland Garros (56), Wimbledon e US Open (57 e 58).
Recorde feminino de finais consecutivas de simples:

  • 23 vezes – Martina Navratilova (18/6/83 a 25/11/84)
  • 22 vezes – Steffi Graf (29/1/89 a 10/6/90)
  • 21 vezes – Steffi Graf (14/9/86 a 27/3/88)
  • 21 vezes – Monica Seles (4/11/90 a 1/3/92)

Direitos Autorais: www.cbtenis.com.br

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